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Análise da EPE indica oportunidades e desafios para a mobilidade elétrica até 2050

Publicação foi produzida em apoio ao Plano Nacional de Energia 2050

Publicado em janeiro pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o estudo Eletromobilidade e Biocombustíveis identifica o estado de desenvolvimento e os futuros desafios do mercado de combustíveis no Brasil, em apoio à elaboração do Plano Nacional de Energia 2050 (PNE 2050).

Segundo a publicação, consolida-se a visão de que a redução da emissão de gases de efeito estufa passa por políticas de redução da dependência de combustíveis fósseis, em especial em veículos leves. “[…] Há argumentos de que tecnologias disruptivas serão necessárias para que a redução dessa dependência dos combustíveis fósseis seja efetiva e em tempo hábil”, aponta o texto, como a mobilidade elétrica e os biocombustíveis em veículos flex fuel durante a transição.

Como recomendação de políticas públicas para desenvolvimento do setor, o estudo ressalta o incremento da estrutura de apoio de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) às tecnologias de mobilidade elétrica, com foco nas vantagens comparativas do país. Destaca-se ainda o estabelecimento de roadmap realista para a eletrificação da mobilidade, monitorando e revisando regularmente as condições de mercado e inovações tecnológicas.

Frotas urbanas

Dentre as iniciativas e pesquisas mencionadas no documento, o projeto de cooperação PROMOB-e aparece com o estudo Avaliação Internacional de Políticas Públicas para Eletromobilidade em Frotas Urbanas, lançado no fim de 2018 em português e inglês em parceria com o ICCT.

“No horizonte 2050, as perspectivas de redução de custos dos veículos, aliados à capacidade de produção nacional dos ônibus, atualmente avaliada em cerca de 2.500 ônibus elétricos e híbridos por ano, podem permitir a proliferação de arranjos locais na adoção dos ônibus elétricos com possibilidades de aproveitamento das potencialidades dos recursos energéticos distribuídos de cada localidade como forma de abastecimento destes veículos”, argumenta a EPE.

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